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Mostra no CineSesc reúne curtas de jovens da periferia formados pelo projeto É Nóis na Fita

Equipe Revista Prefeitos de São Paulo by Equipe Revista Prefeitos de São Paulo
04/03/2026
in Cultura
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Mostra no CineSesc reúne curtas de jovens da periferia formados pelo projeto É Nóis na Fita
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Oito curtas-metragens de ficção produzidos por alunos de baixa renda da capital paulista serão exibidos neste sábado, 28, no CineSesc, na região da Rua Augusta. A sessão marca o encerramento de mais uma edição do projeto de formação audiovisual É Nóis na Fita, que oferece curso gratuito de cinema a jovens da periferia de São Paulo.

A mostra começa às 11h e tem entrada gratuita. Além da exibição presencial, o projeto também disponibiliza parte da programação na internet, ampliando o acesso ao público interessado nas produções.

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Criado com o objetivo de democratizar o ensino do cinema, o É Nóis na Fita oferece formação intensiva ao longo de três meses. As aulas ocorrem aos fins de semana e percorrem diferentes etapas da realização audiovisual, da elaboração de roteiro à finalização dos filmes. A proposta inclui o uso de ferramentas profissionais e contato direto com práticas do mercado.

A coordenação é da atriz, diretora e professora Eliana Fonseca, que acompanha as turmas desde a concepção das ideias até a conclusão dos curtas. Em entrevista à Agencia Brasil, ela destacou os efeitos do projeto na trajetória dos participantes.

“É um projeto de democratização do ensino do cinema que tem dado muito certo”, disse Eliana Fonseca. “A vivência que acontece durante todo o processo é intensa. Produz não somente excelentes resultados artísticos, como também proporciona inserção no mercado do audiovisual e, talvez mais importante, encontros que seguirão por toda a vida”, afirmou.

Formação, autoestima e novos olhares

Segundo a coordenadora, os impactos vão além da produção dos filmes. O curso, afirma, contribui para o fortalecimento da autoestima e para a ampliação de repertório cultural dos jovens envolvidos.

“Criar um espaço em que se é ouvido e, principalmente, valorizado, mexe com a autoestima das pessoas. Elas se tornam mais confiantes e, por consequência, mais potentes e criativas. É disso que precisamos: jovens capazes de desenvolver boas ideias, cidadãos pensantes e atuantes numa sociedade que cada vez mais pasteuriza a informação e os afetos”, ressaltou Eliana.

Ela também chamou atenção para a importância de diversificar quem conta as histórias no cinema brasileiro. “O cinema, por sua vez, ganha outros pontos de vista, com pessoas com propriedade para relatar suas experiências, sua forma de pensar e de ver o mundo”, completou.

Os oito curtas exibidos no CineSesc foram desenvolvidos integralmente pelos alunos durante o curso. As produções transitam por diferentes gêneros, como comédia, drama e terror, e refletem experiências ligadas ao cotidiano da juventude periférica.

A mostra traz a juventude periférica no centro das narrativas

Os temas abordados incluem identidade, pertencimento, sonhos, desigualdades sociais e conflitos contemporâneos. As narrativas partem de vivências pessoais e coletivas dos realizadores, o que confere aos filmes um recorte marcado por referências do território onde esses jovens vivem.

“Os temas são diversos assim como os gêneros escolhidos. Temos comédias, dramas, terror. Os jovens falam sobre seus medos, suas angústias, revoltas e desejos. Falam sobre a expectativa do futuro, relações familiares, racismo, sexualidade, sonhos, agruras e prazeres que vivem no seu dia a dia”, destacou a coordenadora do projeto.

Além da mostra presencial, o projeto disponibiliza três curtas-metragens documentais em formato online. Todos os filmes, tanto os exibidos na sala de cinema quanto os publicados na internet, contam com legenda descritiva, recurso que amplia a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.

A exibição digital pode ser acessada pelo site oficial do projeto. A proposta é permitir que espectadores de outras regiões acompanhem as produções e conheçam o trabalho desenvolvido ao longo do curso.

O encerramento no CineSesc simboliza o fim de um ciclo formativo e, para muitos dos alunos, representa também o primeiro contato com a exibição pública de um filme próprio em uma sala de cinema tradicional. A iniciativa reforça o debate sobre acesso à cultura, formação técnica e inclusão no setor audiovisual, ainda marcado por desigualdades.

Com entrada gratuita e programação aberta ao público, a mostra apresenta um recorte das histórias produzidas por jovens que, por meio da formação oferecida pelo É Nóis na Fita, encontram no cinema um espaço de expressão e possibilidade profissional.

Fonte: Agência Brasil
Foto: https://br.freepik.com/fotos-gratis/filas-de-assentos-vermelhos-em-um-teatro_3532061.htm

Tags: São Paulo
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