sexta-feira, fevereiro 27, 2026
  • Sobre
  • Contato
  • Política de Privacidade
Revista Prefeitos de São Paulo
  • Home
  • Cidades
  • Cotidiano
  • Cultura
  • Economia
  • História
  • Saúde
  • Turismo
No Result
View All Result
Revista Prefeitos de São Paulo
Home Cotidiano

Estudantes de escolas municipais de SP plantam árvores nativas da Mata Atlântica

Equipe Revista Prefeitos de São Paulo by Equipe Revista Prefeitos de São Paulo
05/03/2023
in Cotidiano
0
Estudantes de escolas municipais de SP plantam árvores nativas da Mata Atlântica
Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no LinkedInCompartilhar no WhatsApp

Estudantes de escolas municipais de SP participam da ação “Mata Atlântica nas Escolas: plantio das miniflorestas”, responsável pela implantação de novas áreas verdes nos espaços educacionais dos CEUs

Mais de 4.000 estudantes da Rede Municipal plantaram quase 10 mil árvores, de 128 espécies nativas da Mata Atlântica nos Centros Educacionais Unificados (CEUs).

Postagens relacionadas

Rede ilegal de 18 km rende multa de R$ 703 mil a pescadores no litoral de São Paulo

Rede ilegal de 18 km rende multa de R$ 703 mil a pescadores no litoral de São Paulo

23/02/2026
Polícia Civil de SP cumpre mais de mil mandados contra agressores de mulheres

Polícia Civil de SP cumpre mais de mil mandados contra agressores de mulheres

18/02/2026

A iniciativa abrange o programa desenvolvido pelo Núcleo de Educação Ambiental (NEA), da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, em parceria com a organização sem fins lucrativos “formigas-de-embaúba”, que também promoveu formações on-line com 17 turmas de profissionais da educação das escolas municipais, atendendo um total de 636 participantes.

Estudantes de escolas municipais de SP

Além disso, os estudantes de escolas municipais de SP integraram a ação em duas frentes. São elas: na formação continuada para professores da Rede Municipal e no plantio de miniflorestas de Mata Atlântica nas escolas por meio de um programa pedagógico que sensibiliza alunos para os temas da regeneração de ecossistemas e das mudanças climáticas.

Vale destacar que ainda em 2023, também serão beneficiadas com miniflorestas de árvores da Mata Atlântica, escolas que tenham espaços reduzidos. Porém, com potencial para o desenvolvimento de áreas verdes.

Os programas são destinados a profissionais e estudantes da Educação Infantil ao Ensino Médio e promovem Educação Ambiental crítica a partir do plantio participativo de miniflorestas de Mata Atlântica nas escolas.

Coordenação

As atividades são coordenadas pelo NEA e acompanhadas pela equipe de educadores ambientais da “formigas-de-embaúba”. Os participantes realizam vivências ao ar livre ao longo de um semestre, mudando seu cotidiano, que vai desde o preparo do solo até o plantio e cuidado das árvores e plantas companheiras.

Projeto Político Pedagógico

Contudo, é recomendado que a ação considere o Projeto Político Pedagógico e priorize as turmas daqueles professores que estejam desenvolvendo ou irão desenvolver projetos interdisciplinares com temáticas relacionadas. E que tenham vontade e disponibilidade para participar do programa ao longo do período de sua aula.

De acordo com Eduardo Murakami, um dos responsáveis pelo NEA:

“Essa ação é mais do que reflorestar um espaço escolar. É promover a discussão sobre o ser e o meio que ele ocupa, considerando todas as suas possíveis interações para que se chegue à reflexão sobre as causas e os efeitos de cada atitude do indivíduo, isto é, aproximando o estudante da sua autoconstrução enquanto sujeito ecológico. Essa mudança de paradigma restaura o senso de pertencimento do estudante, que passa a se reconhecer como parte integrante do território e, por isso, agente de transformação, com condições de propor e promover ações concretas para seu benefício e de seus pares, assim como do entorno.”

Já a também responsável pelo NEA, Claudia Abrahão Hamada, reforça que  “a ação abrange os aspectos ambientais, sociais, culturais e éticos. Os procedimentos metodológicos da ação estão ancorados em um processo integrado ao Currículo da Cidade de São Paulo e alinhado às diretrizes da Educação Ambiental para a Rede, além de contemplar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)”.

Benefícios locais e globais

Segundo Rafael Ribeiro, cofundador da “formigas-de-embaúba”, a organização contribui com a criação, fortalecimento e multiplicação de redes de cuidados com o meio ambiente. Além de levar a ideia de restauração ecológica para dentro das escolas públicas e contribuir para a formação das gerações que poderão fazer parte da regeneração do planeta.

O processo pedagógico de criação das miniflorestas sensibiliza crianças e jovens para a urgência de regenerar ecossistemas e mitigar as mudanças climáticas e traz benefícios locais e globais.

Além disso, as miniflorestas crescem e se tornam salas de aula ao ar livre, espaços de aprendizagem e conexão com a natureza, alinhadas com novos conceitos educacionais de vivências práticas para o desenvolvimento socioemocional dos estudantes e a geração de soluções baseadas na natureza no espaço urbano.

Por fim, as áreas verdes contribuem para melhorar a saúde das pessoas, criam corredores de biodiversidade na cidade, combatem as ilhas de calor, aumentam a infiltração de água no solo, melhoram a qualidade do ar, produzem alimentos, absorvem carbono e atraem polinizadores e avifauna.

*Foto: Reprodução/Pixabay (PROJETO CAFÉ GATO-MOURISCO)

Previous Post

Abertura de empresas em SP registra recorde desde o início da série histórica

Next Post

Mês da Mulher: Prefeitura de SP apresenta programação especial

Next Post
Mês da Mulher: Prefeitura de SP apresenta programação especial

Mês da Mulher: Prefeitura de SP apresenta programação especial

POSTAGENS RECOMENDADAS

Vacinação contra meningite meningocócica

Vacinação contra meningite meningocócica na Vila Formosa e Aricanduva

3 anos ago
Marcas turísticas de SP

Marcas turísticas de SP: Governo promove os destinos do estado

3 anos ago
3º PIB do Estado de SP: Guarulhos é reconhecido

3º PIB do Estado de SP: Guarulhos é reconhecido

2 anos ago
Economia criativa da Região Metropolitana de Sorocaba

Economia criativa da Região Metropolitana de Sorocaba: Sebrae-SP seleciona

1 ano ago

BUSCAR POR CATEGORIAS

  • Cidades
  • Cotidiano
  • Cultura
  • Economia
  • História
  • Saúde
  • Sem Categoria
  • Turismo

POSTAGENS MAIS VISUALIZADAS

  • Virada Cultural 2022

    Virada Cultural 2022: Prefeitura lança Chamamento de Adesão à Programação

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Hospedagem social para pessoas em situação de rua: SP inaugura a 1ª unidade

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Relógios icônicos de São Paulo: saiba mais

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Programas de Formação Cultural: SMC abre inscrições

    0 shares
    Share 0 Tweet 0
  • Jardins de chuva em SP: Prefeitura ultrapassa a marca de 200

    0 shares
    Share 0 Tweet 0

Revista Prefeitos de São Paulo: todas as informações em um só local.

Postagens Recentes

  • Reajuste do piso dos professores expõe limites financeiros das prefeituras
  • Vale-recarga do Gás do Povo entra em nova fase com alcance ampliado
  • Rede ilegal de 18 km rende multa de R$ 703 mil a pescadores no litoral de São Paulo

Categorias

  • Cidades
  • Cotidiano
  • Cultura
  • Economia
  • História
  • Saúde
  • Sem Categoria
  • Turismo

ÚLTIMAS POSTAGENS

Reajuste do piso dos professores expõe limites financeiros das prefeituras

Reajuste do piso dos professores expõe limites financeiros das prefeituras

27/02/2026
Vale-recarga do Gás do Povo entra em nova fase com alcance ampliado

Vale-recarga do Gás do Povo entra em nova fase com alcance ampliado

25/02/2026
  • Sobre
  • Contato
  • Política de Privacidade

© 2021 - Revista Prefeitos de São Paulo.

No Result
View All Result
  • Home
  • Cidades
  • Cultura
  • Economia
  • História
  • Saúde
  • Turismo

© 2021 - Revista Prefeitos de São Paulo.